
O livro “A falta que a festa faz: celebrações populares e antropologia na pandemia”, organização de Maria Laura Cavalcanti e Renata de Sá Gonçalves, faz parte da Série Livros Digitais do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Resumo:
Como passar dois anos sem festejar? Como não passear pelas ruas das cidades, não ocupar praças, adros e terreiros, não compartilhar a brincadeira ou a devoção, não pagar promessa, cantar e dançar juntos? Reunindo um expressivo grupo de pesquisadores, A falta que a festa faz, organizado pelas antropólogas Maria Laura Cavalcanti e Renata Gonçalves, traz 21 registros de como as grandes e pequenas festas do calendário popular tradicional lidaram com a excepcionalidade do período pandêmico de 2020 e 2021. O livro percorre as folias de reis; os carnavais e suas danças; a Semana Santa e o Divino; o fandango caiçara; o forró; o repente e as quadrilhas; os bumbas e bumbás; as festas de São Benedito, de São Tomé, de Sant’Ana do Caicó; o dia dos santos Cosme e Damião; o congado; o círio de Nazaré e as Chiquitas; bem como as celebrações pantaneiras. O percurso pela diversidade cultural brasileira abre-se ainda para o circuito lusófono do Divino, para os menestréis sul-africanos e os carnavais uruguaianos. O valioso conjunto ilumina a resiliência desses tantos mundos sociais, ágeis em sua capacidade de se adaptar e, em meio a limites, sofrimentos e perdas, seguir celebrando, à espera da almejada expansão festiva.
A pesquisadora do NAUI Patricia Martins, junto com Karina Coelho (PPGAS / USP), participou dessa publicação com o texto “Das lives de fandango à folia virtual do Divino Espírito Santo entre os litorais do Paraná e São Paulo”.
Link de acesso gratuito para o livro: http://ppgantropologia.sites.uff.br/?p=4757

Panel 58: Heritage: The Local and the Global in Pandemic Times
Tuesday, November 9
Yucatan, Mexico Time: 13 hrs – 15 hrs
UTC Time: 19 hrs – 21 hrs
Conveners:
Alicia Norma González de Castells – Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil
Mónica Beatriz Rotman – Universidad Nacional de Buenos Aires, Argentina
José de Jesús Hernández López – El Colegio de Michoacán, México
Elizabeth Margarita Hernández López – Universidad de Guadalajara, México
Apresentação dos Pesquisadores do IBP – NAUI
Alicia Norma González de Castells/ Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil
Bens Patrimoniais Urbanos na Mira das Práticas do Cotidiano em Tempos de Pandemia Global (Covid-19)
Rafael De Oliveira Rodrigues/Instituto de Ciências Sociais/Universidade Federal de Alagoas, Brasil
Cultural Heritage as Touristic Resource: A Mapping Study of the Impacts of Covid-19 in The Jaraguá’s Historic Center, Maceió
A 2ª oficina em 14 de agosto será sobre o processo de registro da Banda da Lapa como Patrimônio Imaterial de Florianópolis, tendo como convidada a antropóloga e pesquisadora Mariela F. Silveira, do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Dia 14/8 às 14h – O link deste encontro é https://meet.google.com/sgy-izgs-mok
O lançamento do livro é feito pelo ateliê Rancho Cultural, pela Banda da Lapa e realizado pela Prefeitura Municipal de Florianópolis, Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e Fundo Municipal de Cultura. O projeto é financiado com recurso público oriundo do edital de apoio às culturas 2019/2020.

A 1ª oficina será no próximo sábado, dia 7 de agosto, sobre a história da centenária Banda, ministrada pelo autor do livro em parceria com o músico e mestre em História, Wellinton Correa.
Dia 7/8 às 14h – O link do encontro é https://meet.google.com/diy-kxaz-aih

PARTICIPE! Oficinas online gratuitas e lançamento de livro sobre a formação urbana e cultural do Ribeirão da Ilha e a Banda da Lapa – Nos sábados 7 e 14 de agosto, às 14h.
O livro “Pela Banda do Ribeirão” e as oficinas em tom de conversa marcam os 125 anos da Sociedade Musical e Recreativa Lapa.
A publicação, iniciativa do músico, arquiteto e urbanista e pesquisador do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Artur Hugo Da Rosa, traça paralelo entre a história da Banda da Lapa e a formação cultural e urbana do Ribeirão da Ilha. A pesquisa ainda integrou um dossiê das três bandas centenárias da capital catarinense, representando a Banda da Lapa no pedido de registro como patrimônio cultural imaterial de Florianópolis. Os assuntos são a temática das duas oficinas.
A 1ª oficina será no próximo sábado, dia 7 de agosto, sobre a história da centenária Banda, ministrada pelo autor do livro em parceria com o músico e mestre em História, Wellinton Correa.
Dia 7/8 às 14h – O link do encontro é https://meet.google.com/diy-kxaz-aih
A 2ª oficina em 14 de agosto será sobre o processo de registro da Banda da Lapa como Patrimônio Imaterial de Florianópolis, tendo como convidada a antropóloga e pesquisadora Mariela F. Silveira, do Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Dia 14/8 às 14h – O link deste encontro é https://meet.google.com/sgy-izgs-mok
O lançamento do livro é feito pelo ateliê Rancho Cultural, pela Banda da Lapa e realizado pela Prefeitura Municipal de Florianópolis, Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e Fundo Municipal de Cultura. O projeto é financiado com recurso público oriundo do edital de apoio às culturas 2019/2020.
Fotos: Carolina Arruda/Rancho Cultural
Participe e ajude a divulgar! Mais informações:

A nova edição da Revista Eletrônica do Cadernos NAUI está disponível em nosso site para visualização e download do conteúdo.
Cadernos NAUI têm como proposta reunir pesquisadores, professores e alunos de diversas áreas do saber ao redor de dois eixos temáticos amplos: dinâmicas urbanas e patrimônio cultural. Neste novo número, reforça essa premissa reunindo artigos por meio de um dossiê intitulado “Patrimônios (in)visíveis, colonialidade(s) em escuta”, organizado por André Soares, Mariela Silveira, Paula Nascimento e Paulo Raposo.
Sob a temática dos estudos do Patrimônio Cultural e os Estudos Decoloniais, o dossiê contribui por um lado, para dar visibilidade ao Patrimônio Cultural, desde o ponto de vista das populações que foram submetidas a viver em contextos coloniais. Por outro, se propõe exercitar o lugar de escuta, uma atitude antropológica cada vez mais necessária em contextos contemporâneos de descolonização epistemológica.
Acesse: Cadernos NAUI Vol. 10, n° 18, jan-jun 2021
Boa leitura!
A Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes da Ilha da Culatra acaba de ser inscrita no Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal. A pesquisadora do NAUI, Mariela Silveira, fez parte da equipe responsável pela pesquisa, instrução e submissão do pedido de registro.
A inscrição da «Festa em Honra de Nossa Senhora dos Navegantes – Ilha da Culatra» no INPCI – Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial destaca importância de que se reveste esta manifestação do patrimônio cultural imaterial enquanto reflexo da identidade da comunidade envolvente e a sua profundidade histórica e evidente relação com outras práticas inerentes à comunidade.
Toda documentação atinente ao referido inventário pode ser acessada aqui.






Imagens: Mariela Silveira/2018.

A mesa (Re)pensando os patrimônios das cidades: Patrimônio, Cidade e Centros Históricos faz parte da programação do evento Pré-Cidades em Transe: entre planejar e viver a cidade e contará com a presença da Coordenadora do NAUI Professora Dra. Alicia Castells.
As inscrições podem ser feitas no aqui
O evento acontecerá no dia 18 de junho com transmissão pelo canal do evento no YouTube.